quarta-feira, 19 de março de 2014

A Cobrança Em Dinheiro Por Uma Caridade: Com o Texto de Chico Xavier, Para Entendimento!







    Esse texto não é só para meus irmãos de Umbanda, mas para todos.
Sejam Umbandistas, Kardecistas, Candomblecistas, Católicos,
Evangélicos ou qualquer pessoa de qualquer religião que são usados
pelos falsos líderes religiosos que usam do nome e da graça de Deus
para trocar falsas bençãos por dinheiro ou bens materiais.

     Bençãos essas, dadas por Deus, por Jesus Cristo, pelos Orixás,
pelas Entidades de Luz, benção essas dadas a qualquer pessoa agraciada
pela própria fé, dada com carinho, amor e de uma forma sem cobranças.

    Abaixo anexo uma das milhares psicografias do saudoso irmão Chico
Xavier, demonstrando qual é o destino do médium que usa do seu dom
para o bem próprio. Vale a pena ler e refletir:

                       História de um médium.

              As observações interessantes sobre a doutrina dos
Espíritos sucediam-se umas às outras, quando um amigo nosso, velho
lidador do Espiritismo, no Rio de Janeiro, acentuou, gravemente:

"Em Espiritismo, uma das questões mais sérias é o problema do
médium..."

               "Sob que prisma?"  Indagou um dos circunstantes.

"Quanto ao da necessidade de sua própria edificação para vencer o
meio."

               "Para esclarecer a minha observação continuou o nosso
amigo contar-lhe-ei a história de um companheiro dedicado, que
desencarnou, há poucos anos, sob os efeitos de uma obsessão terrível e
dolorosa."

              Todo o grupo, lembrando os hábitos antigos, como se
ainda estacionássemos num ambiente terrestre, aguçou os ouvidos,
colocando-se à escuta:

               "Azarias Pacheco começou o narrador era um operário
despreocupado e humilde do meu bairro, quando as forças do Alto
chamaram o seu coração ao sacerdócio mediúnico. Moço e inteligente,
trabalhava na administração dos serviços de uma oficina de consertos,
ganhando, honradamente, a remuneração mensal de quatrocentos mil
réis.

              Em vista do seu espírito de compreensão geral da vida, o
Espiritismo e a mediunidade lhe abriram um novo campo de estudos, a
cujas atividades se entregou sob uma fascinação crescente e singular.
              Azarias dedicou-se amorosamente à sua tarefa, e, nas
horas de folga, atendia aos seus deveres mediúnicos com irrepreensível
dedicação. Elevados mentores do Alto forneciam lições proveitosas,
através de suas mãos. Médicos desencarnados atendiam, por ele, a
volumoso receituário.
              E não tardou que o seu nome fosse objeto de geral
admiração.

              Algumas notas de imprensa evidenciaram ainda mais os
seus valores mediúnicos e, em pouco tempo, a sua residência humilde
povoava-se de caçadores de anotações e de mensagens. Muitos deles
diziam se espíritas confessos, outros eram crentes de meia convicção
ou curiosos do campo doutrinário.

              O rapaz, que guardava sob a sua responsabilidade pessoal
numerosas obrigações de família, começou a sacrificar primeiramente
os seus deveres de ordem sentimental, subtraindo à esposa e aos
filhinhos as horas que habitualmente lhes consagrava, na intimidade
doméstica.

              Quase sempre cercado de companheiros, restavam-lhe
apenas as horas dedicadas à conquista de seu pão cotidiano, com vistas
aos que o seguiam carinhosamente pelos caminhos da vida.

              Havia muito tempo perdurava semelhante situação, em face
de sua preciosa resistência espiritual, no cumprimento de seus
deveres.

              Dentro de sua relativa educação mediúnica, Azarias
encontrava facilidade para identificar a palavra de seu guia sábio e
incansável, sempre a lhe advertir quanto à necessidade de oração e de
vigilância.

Acontece, porém, que cada triunfo multiplicava as suas preocupações e
os seus trabalhos.

Os seus admiradores não queriam saber das circunstâncias especiais de
sua vida.

              Grande parte exigia as suas vigílias pela noite a
dentro, em longas narrativas dispensáveis. Outros alegavam os seus
direitos às exclusivas atenções do médium. Alguns acusavam-no de
preferências injustas, manifestando o gracioso egoísmo de sua
amizade expressando o ciúme que lhes ia na alma, em palavras
carinhosas e alegres. Os grupos doutrinários disputavam-no.

              Azarias verificou que a sua existência tomava um rumo
diverso, mas os testemunhos de tantos afetos lhe eram sumamente
agradáveis ao coração.

              Sua fama corria sempre. Cada dia era portador de novas
relações e novos conhecimentos.
              Os centros importantes começaram a reclamar a sua
presença e, de vez em quando, surpreendiam-no as oportunidades das
viagens pelos caminhos de ferro, em face da generosidade dos amigos,
com grandes reuniões de homenagens, no ponto de destino.

              A cada instante, um admirador o assaltava:

               "Azarias, onde trabalha você?..."

               "Numa oficina de consertos."

               "Ó! Ó!... e quanto ganha por mês?"

               "Quatrocentos mil réis."

               "Ó! mas isso é um absurdo... Você não é criatura para
um salário como esse! Isso é uma miséria!..."

Em seguida outros ajuntavam:

               "O Azarias não pode ficar nessa situação. Precisamos
arranjar-lhe coisa melhor no centro da cidade, com uma remuneração à
altura de seus méritos ou, então, poderemos tentar-lhe uma colocação
no serviço público, onde encontrará mais possibilidades de tempo para
dedicar-se à missão..."

O pobre médium, todavia, dentro de sua capacidade de resistência,
respondia:

               "Ora, meus amigos, tudo está bem. Cada qual tem na vida
o que mereceu da Providência Divina e, além de tudo, precisamos
considerar que o Espiritismo tem de ser propagado, antes do mais,
pelos Espíritos e não pelos homens!..."

Azarias, contudo, se era médium, não deixava de ser humano.

              Requisitado pelas exigências dos companheiros, já nem
pensava no lar e começava a assinalar na sua ficha de serviços faltas
numerosas.

              A princípio, algumas raras dedicações começaram a
defendê-lo na oficina, considerando que, aos olhos dos chefes, suas
falhas eram sempre mais graves que as dos outros colegas, em virtude
do renome que o cercava; mas, um dia, foi ele chamado ao gabinete de
seu diretor que o despediu nestes termos:

              "Azarias, infelizmente não me é possível conservá-lo
aqui, por mais tempo. Suas faltas no trabalho atingiram o máximo e a
administração central resolveu eliminá-lo do quadro de nossos
companheiros."

              O interpelado saiu com certo desapontamento, mas
lembrou-se das numerosas promessas dos amigos.

              Naquele mesmo dia, buscou providenciar para um nova
colocação, mas, em cada tentativa, encontrava sempre um dos seus
admiradores e conhecidos que obtemperava:

               "Ora Azarias, você precisa ter mais calma!... Lembre-se
de que a sua mediunidade é um patrimônio de nossa doutrina...
Sossega, homem de Deus!... Volte à casa e nós todos saberemos ajudá-lo
neste transe."

              Na mesma data, ficou assentado que os amigos do médium
se cotizariam, entre si, de modo que ele viesse a perceber uma
contribuição mensal de seiscentos mil réis, ficando, desse modo,
habilitado a viver tão somente para a doutrina.

              Azarias, sob a inspiração de seus mentores espirituais,
vacilava ante a medida, mas à frente de sua imaginação estavam os
quadros do desemprego e das imperiosas necessidades da família.

              Embora a sua relutância íntima, aceitou o alvitre.

              Desde então, a sua casa foi o ponto de uma romaria
interminável e sem precedentes. Dia e noite, seus consulentes
estacionavam à porta. O médium buscava atender a todos como lhe era
possível. As suas dificuldades, todavia, eram as mais prementes.

Ao cabo de seis meses, todos os seus amigos haviam esquecido o sistema
das cotas mensais.

              Desorientado e desvalido, Azarias recebeu os primeiros
dez mil réis que uma senhora lhe ofereceu após o receituário. No seu
coração, houve um toque de alarma, mas o seu organismo estava
enfraquecido. A esposa e os filhos estavam repletos de necessidades.

              Era tarde para procurar, novamente, a fonte do trabalho.
Sua residência era objeto de uma perseguição tenaz e implacável. E
ele continuou recebendo.

              Os mais sérios distúrbios psíquicos o assaltaram.
              Penosos desequilíbrios íntimos lhe inquietavam o
coração, mas o médium sentia-se obrigado a aceitar as injunções de
quantos o procuravam levianamente.

              Espíritos enganadores aproveitaram-se de suas vacilações
e encheram-lhe o campo mediúnico de aberrações e descontroles.

              Se as suas ações eram agora remuneradas e se delas
dependia o pão dos seus, Azarias se sentia na obrigação de prometer
alguma coisa, quando os Espíritos não o fizessem. Procurado para a
felicidade no dinheiro, ou êxito nos negócios ou nas atrações do amor
do mundo, o médium prometia sempre as melhores realizações, em troca
dos míseros mil réis da consulta.

              Entregue a esse gênero de especulações, não mais pode
receber o pensamento dos seus protetores espirituais mais dedicados.

              Experimentando toda sorte de sofrimentos e de
humilhações, se chegava a queixar-se, de leve, havia sempre um cliente
que lhe observava:

"Que é isso, "seu" Azarias?... O senhor não é médium? Um médium não
sofre essas coisas!...

Se alegava cansaço, outro objetava, de pronto, ansioso pela satisfação
de seus caprichos:

"E a sua missão, "seu" Azarias?... Não se esqueça da caridade!..."

             E o médium, na sua profunda fadiga espiritual,
concentrava-se, em vão, experimentando uma sensação de angustioso
abandono, por parte dos seus mentores dos planos elevados.

             Os mesmos amigos da véspera piscavam, então, os olhos,
falando, em voz baixa, após as despedidas:

"Você já notou que o Azarias perdeu de todo a mediunidade?..." Dizia
um deles.

              "Ora, isso era esperado redargua-se desde que ele
abandonou o trabalho para viver à custa do Espiritismo, não podíamos
aguardar outra coisa."

              "Além disso exclamava outro do grupo todos os vizinhos
comentam a sua indiferença para com a família, mas, de minha parte
sempre vi no Azarias um grande obsediado."

              "O pobre do Azarias perverteu-se falava ainda um
companheiro mais exaltado e um médium nessas condições é um fracasso
para a própria doutrina..."

              "É por essa razão que o Espiritismo é tão
incompreendido! sentenciava ainda outro. Devemos tudo isso aos maus
médiuns que envergonham os nossos princípios."

             Cada um foi esquecendo o médium, com a sua definição e a
sua falta de caridade. A própria família o abandonou à sua sorte, tão
logo haviam cessado as remunerações.

Escarnecido em seus afetos mais caros, Azarias tornou-se um revoltado.

             Essa circunstância foi a última porta para o livre
ingresso das entidades perversas que se assenhorearam de sua vida.

             O pobre náufrago da mediunidade perambulou na crônica dos
noticiários, rodeado de observações ingratas e de escandalosos
apontamentos, até que um leito de hospital lhe concedeu a bênção da
morte..."

O narrador estava visivelmente emocionado, rememorando as suas antigas
lembranças.

              "Então, quer dizer, meu amigo observou um de nós que a
perseguição da polícia ou a perseguição do padre não são os maiores
inimigos da mediunidade"...

              "De modo algum. Replicou ele, convicto. O Padre e a
política podem até ser os porta dores de grandes bens."

             E, fixando em nós outros o seu olhar percuciente e calmo,
rematou a sua história, sentenciando, gravemente:

"O maior inimigo dos médiuns está dentro de nossos próprios muros!..."

(Recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier.
em 29 de abril de 1939).

    Com esse maravilhoso texto do tão iluminado Francisco Cândido
Xavier, ou simplesmente, Chico Xavier, como ele mesmo gostava de ser
chamado, podemos refletir da seguinte maneira:

    Para os médiuns:

    Nada é tão valioso quanto a honestidade dentro da espiritualidade.

Para os consulentes, assistência ou fiéis:

    Nada vai conseguir melhorar em sua caminhada, na sua vida e nas
suas necessidades, acreditando em falsos Médiuns, Padres, Pastores,
Pais e Mães de Santo que vendem falsas bençãos, vendem falsas
ilusões, vendem sua alma ao demônio para conquistarem bens próprios.

    Você jamais precisará pagar por uma benção de Deus, jamais precisará comprar diversos livros, CDs, DVDs ou qualquer objeto para que Deus possa ouvir suas súplicas, jamais precisará pagar por trabalhos, limpezas espirituais, dízimos, contribuições, campanhas disso ou daquilo para que Deus, Jesus Cristo, Santos, Orixás e todas as Entidades de Luz se interessem pelo seu problema.

    Irmãos, para que tudo isso possa acontecer, basta apenas uma coisa
em sua vida: .

    Não alimentem as cobras, pois quando o alimento se extinguir elas vão atacar vocês de qualquer maneira.

Carlos de Ogum



35 comentários:

Carlos Dantas disse...

Texto maravilhoso! Ótimo e esclarecedor. Que esse texto possa esclarecer muitas mentes acerca das cobranças. E os que cobram eu não tenho nada contra, porém apenas indico locais que não cobram.

Anônimo disse...

Grande texto, Carlos! Compartilho de tua opinião. Sei que existem muitas casas que precisam de recursos para se manter (pagar agua, luz e materiais para os trabalhos). Eu, por exemplo, frequento uma aqui em POA na qual contribuo com um valor simbolico para a manutenção do local e para as acoes sociais da entidade (cestas basicas aos pobres). Mas eles não deixam de atender tb a quem não tem como contribuir... Acho que o espirito é mais ou menos esse... Abraço! Nelson Dutra - nelsondut@hotmail.com

Gizele Aquino disse...

Ótimo texto!!

É muito comum vermos médiuns se deixarem levar pelas leviandades pelas facilidades em se ganhar dinheiro com o dom da mediunidade.
Todos temos o nosso livre arbítrio, creio que fica a critério de cada um utilizar esse dom a sua maneira, mas...... não podemos esquecer jamais que com dons também viram as cobranças e as responsabilidades. E nessa hora não terão amigos, colegas ninguém para ajudar ou interferir será você sozinho para prestar contas.
Por isso sempre fica essa máxima do mestre Jesus como reflexão: Orai e Vigiai.

Axé a todos os irmãos.
Gi

Anônimo disse...

Pai parabéns por mais esse belo texto. Axé paz e luz na sua caminhada.
Catarina Duarte

Anônimo disse...

Divinamente bem demonstrado esse texto sobre o que algumas pessoas sem caráter fazem usando o nome da nossa Umbanda. Parabéns Pai Carlos, como sempre uma demonstração de moral.
Cris Vieira

Anônimo disse...

Parabéns meu irmão em Ogum, se todos pensassem assim não teria tanta sujeira dentro das religiões.
Alex de Ogum

Anônimo disse...

Querido Pai Carlos, extremamente esclarecedor. Uma pena que padres e pastores não vão ler esse texto, quem sabe tomariam vergonha na cara.
Marcia Sampaio

Anônimo disse...

Passei por uma experiência assim Pai Carlos, meu esposo estava doente e um falso Pai de Santo queria me cobrar R$ 800 por uma corrente de saúde. Uma vergonha. Só detalhando, a alguns meses atrás mandei o nome de meu marido para seu Centro, o senhor o levou para a corrente e me disse que foi feito um firmamento em Pai Obaluaiê, e após isso meu marido teve uma grande melhora, hoje se encontra muito bem. Não sei se o senhor se lembra, mas eu ainda lhe mandei um agradecimento via Email, e perguntei se poderia contribuir com algo a seu terreiro em agradecimento, e nunca mais esqueci que o senhor respondeu: "Pode sim, nos mande boas orações, e em agradecimento ajude alguém próximo de você que possa estar
necessitado, que a caridade distribuida é um grande agradecimento." Palavras do senhor meu Pai. Obrigado pela ajuda, pela interseção junto a Pai Obaluaiê e pela grande lição. Axé.
Maria das Graças Cunha

Anônimo disse...

Grande ensinamento, pena que encontramos muitas pessoas de má fé.
Cláudio Oliveira

Anônimo disse...

Parabéns irmão, maravilhoso texto.
Rogério Santos

Anônimo disse...

Amei esse texto, amo Chico Xavier. Parabéns por essa linda postagem..
Maria Aguiar

Anônimo disse...

Que divino meu Pai, dinheiro é a perdição do ser Humano.
Clóvis Mendes

Anônimo disse...

Desculpe pelas palavras amigo Carlos, mas gostaria de imprimir esse texto e esfregar na cara de algumas pessoas safadas que vemos por ai. Dentro da própria Umbanda, Candomblé, Igrejas Evangélicas, E Católicas.
Samuel do Acordeon

Anônimo disse...

Chico Xavier foi um mestre. E ainda se ouve canalhas que ficam vendendo cd, dvd, livros, cobrando dízimos, consultas, tirando tudo e de toda as formas o dinheiro de fiéis em nome de Deus, de Jesus, de Orixás e de Entidades, falar mal dele. Chico Xavier sempre foi pobre e não desfilava de BMW como certos padres metidos a cantores e nem morava em mansões nem tinha rede de TV como certos pastores por ai. Parabéns Carlos por essa
preciosidade de texto.
Mauro Santos da Silva

Anônimo disse...

Mais um lindo texto explicativo texto. Amo seu Blog.
Suzana Paiva

Anônimo disse...

Parabéns pelo texto meu amigo, e obrigado pelo alerta. Muitas pessoas caem no conto do falso religioso.
Antonio Francisco de Sá

Anônimo disse...

Gostaria de entender porque o povo fica tão idiota e não enxerga que tem tanta tramoia nesses falsos religiosos. Vamos divulgar esse belo texto. Parabéns.
Juca Medeiros

Anônimo disse...

Mais um texto explicativo e verdadeiro. Obrigado por compartilhar sua luz.
Roselange Almeida

Anônimo disse...

Essa foi para muitas pessoas meu Pai. Inteligentíssimo texto. E que maravilha trazer Chico Xavier para demonstrar a verdadeira caridade. Acertou em cheio.
Magda Costa

Anônimo disse...

Hoje pude compreender muitas coisas dentro de religiões; Sou evangélica, desde que nasci, talvez por causa de família, não sei. Mas acabei de entrar no meu primeiro emprego, e foi só o pastor saber que eu estava trabalhando que me chamou para uma conversa, e adivinhem o tema: Dizimo. Isso me deixou refletindo um pouco, não me vejo na obrigação de bancar os luxos do tal pastor, que só anda com carro zero, ternos caros, mora em otima casa, e sempre fala que está saindo para restaurantes caros com a familia. Esse texto me fez refletir muito mais, agradeço ao autor por essa demonstração, e agradeço a minha amiga Thelma Cury, por ter me indicado esse blog e esse texto.
Esther Santana

Anônimo disse...

Maravilha, com o carinho de nosso querido Pai Carlos e seu maravilhoso Blog vamos aprendendo o que é realmente a Umbanda, e assim nos apaixonando mais e mais por ela.
Rosinéia Motta

Anônimo disse...

Que lição a tantas pessoas de baixo carater que temos em várias
religiões. A vergonha de vender o nome de Deus, as cobranças de dizimos
e dizimos, a venda de tudo que possam enfiar goela abaixo dos fieis.
Esse texto é uma demonstração de que temos que mudar, seja na Umbanda,
na religião evangélica ou católica. Deus não é um objeto. Parabém Senhor
Carlos de Ogum, parabéns de verdade.

Anônimo disse...

Um lindo texto e um ensinamento divino. Religião é para colher amor e
distribuir caridade, não para ser usada como ganha pão. Cleyde Meneses

Anônimo disse...

Uma vergonha esses bandidos disfarçados de religiosos. Um texto de
primeira. Azé

Anônimo disse...

Sensacional texto. Uma verdade que devemos ter como regra da espiritualidade. Não se vende uma caridade nunca.

Sol Ferrari disse...

Boa noite.
Como vê, estou aqui quase 4 da madruga num dilema terrível. Preciso muito de ajuda espiritual e uma pessoa que confio me indicou um terreiro aqui em Curitiba. Paguei 57,00 por uma consulta espiritual com uma entidade, que me pediu um ebó e falou para seu ogan (é assim que chama o auxiliar, né?), que era pra "pedir moeda", ou seja, cobrar. Além da lista enorme de material, pedem 117,00 pela "mesa". Estou muito indecisa se pago ou não. Mas preciso mesmo de ajuda.
Isso é correto? Se eu me negar a pagar (pois não tenho como!), eles podem se negar a me atender ou fazer tudo pela metade para me prejudicar? Por favor... Preciso de esclarecimento. Tenho medo de mexer com forças ocultas e bater de frente com o que não vejo.
Espero sua ajuda. Obg.

Carlos de Ogum disse...

Minha cara Sol, você pagando ou não seus problemas vão continuar. Esse lugar não é um centro de Umbanda, é um comercio de fé. Caridade não se cobra. Na certa vão ficar enrolando você e lhe tirando mais e mais dinheiro. Seja esperta, não pague e saia dessa casa o mais rapido possivel. Ai não tem médiuns tem é mercenários.

Axé

Anônimo disse...

Que texto belo meu pai. Realmente muitas pessoas vendem bençãos como se
fosse mate na praia. Uma vergonha, um mau caratismo sem igual. E isso
tem o ápice nas igrejas evangélicas, mas também se vê nas católicas e em muitos
terreiros. Como no seu texto sobre amarração, e nas oferendas, eu fiquei
abismada com os comentários de tantas pessoas sendo iludidas por esses
marginais da fé. Parabéns ao senhor Pai Carlos, pois tem a honradez de
demonstrar esses erros sem querer tirar proveito de nossa boa fé. O
senhor é realmente um exemplo, como eu já tinha lido em algum comentário
em seu blog. Nos faz ter vontade de ser umbandista e acreditar, a ter
fé. Parabéns. Tenho muito carinho pelo senhor, e amaria que fosse meu
Pai de Santo. Um grande beijo, de sua fã espiritual. Millena Rodrigues
Quércia. São Paulo SP

Anônimo disse...

Eu sai da religião evangélica pq eu achava que era uma exploração aquela cobrança interminavel de dinheiro. Tomara que na Umbanda eu encontre um local tao bom quanto é a casa do Pai Carlos. Parabens. E bençao nao deve ser cobrada mesmo. Pai Carlos o senhor mandou bem nesse texto. Ronald

Marcia Gomes Silva disse...

Pai Carlos, ontem fui a uma casa espirita, precisava conversar, ter conselhos, um caminho. E o Pai de lá, só pra conversar comigo pediu R$150, eu me assustei, já tinha parado de ir em igreja evangélica por todo dia pedirem contribuições dizimos ofertas. Será que nunca vou achar um local que não desrja roubar a gente? Socorro Pai Carlos me ajude.

Carlos de Ogum disse...

Cara Marcia, aconselho a você a continuar procurando. Em todas as religiões existem pilantras, mas com certeza, um dia você encontrará alguém honesto, que faz da religião apenas religião e não profissão.

Axé!

Anônimo disse...

Uma pena que esses bandidos usem o nome da Umbanda para ganhar dinheiro, já chega os evangelicos e catolicos que fazem isso, Deus deveria castigar essas pessoas. Eu odeio essa gente que faz isso.

Anônimo disse...

Quero aqui relatar minha indignação a uma senhora que me cobrou R$ 1000 para um dito trabalho de cura de minha filha de 11 anos. Os médicos não acham o que ela tem, levei minha filha nesse lugar por intermedio de uma colega, a dona disse que minha filha estava com um espírito obsessor da doença, e que se nao tirasse até o fim desse ano minha filha partiria. Não tenho esse dinheiro no momento, mas nao quero perder minha filha. Preciso de ajuda seria. Cléa Regina Gomes - Cabo Frio RJ.

Carlos de Ogum disse...

Cara Cléa, pediria à você a se tranquilizar e não levar em conta o que essa senhora mal caráter lhe disse. Caso você já tenha levado sua filha em médicos sem obter uma resposta, peço a gentileza de mandar pelo nosso e-mail: umbanda.yorima.rj@gmail.com o nome de sua filha e o que ela está sentindo; levaremos com carinho à nossa corrente e com toda certeza teremos uma resposta positiva. Isso certamente sem cobrança nenhuma, pois caridade não se cobra.

Paz e Axé!

Isabel da matta disse...

Senhor Carlos realmente da nojo essa cobrança por lideres religiosos, fiz um estudo sobre isso para faculdade, e me deparei com padres, pastores e infelizmente com zeladores de santo com uma doutrina gananciosa. Agradeço por esse belo texto

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